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Risco de doenças causadas pelo Aedes aegypti aumenta em Minas Gerais

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Foto: Divulgação Internet
Foto: Divulgação Internet

Com a estação mais quente do ano se aproximando o Brasil entra em alerta. Todos os anos, o aumento dos níveis de chuva e de temperatura fazem crescer a infestação do Aedes aegupti. O mosquito é responsável pela transmissão de doenças como a dengue, zika e chikungunya.

O Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), coordenado pelo Ministério da Saúde, afirmou que 1.496 cidades do Brasil já estão em situação de alerta ou em risco para o surto das doenças. Belo Horizonte não está entre as capitais em alerta, porém a população não pode se descuidar.

Na região Sudeste os principais criadouros do mosquito foram encontrados em depósitos de móveis, caracterizados por vasos e frascos com água e pratos.

Por mais que a situação da capital seja satisfatória, Minas Gerais ainda tem 23% dos municípios com possibilidade de surto das doenças. Um outro dado que impressiona é que em Belo Horizonte cerca de 84% dos criadouros se encontram dentro das casas.

Uma das doenças transmitidas pelo mosquito e que mais preocupa os órgãos de saúde é a chikungunya. O número relativo de pessoas que contraíram a doença ainda é baixo o que faz com que grande parte da população ainda não tenha anticorpos suficientes para enfrentar

Em Beagá cerca de 1.500 Agentes de Combate a Endemias (ACE’s) fazem o monitoramento constante da presença de focos do mosquito Aedes aegpyti nos imóveis da capital. Para solicitar uma vistoria ou denunciar algum criadouro ligue para o número 156.

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